Foi confirmado, pelo site oficial do Metallica, que a melhor banda de Metal da história fará um show em Porto Alegre, novamente. Em 1999 os caras já estiveram aqui, num show perante o Jockey Clube.
A data é o dia 28 de janeiro de 2010, sendo o estádio do Zequinha o palco para a insanidade metaleira de uma das maiores bandas de todos os tempos. Os ingressos estarão a partir de 120 reais, e começam a ser vendidos para o publico em geral no dia 03 de dezembro.
A turnê divulga o seu novo álbum – Death Magnetic, o qual já possui duas críticas completas aqui no blog. Metallica, que descende do Rock Hard Blues do imortal Black Sabbath, é considerada a banda sucessora dos ingleses no quesito qualidade. Simplesmente dignos de espécie e imortalidade quando se trata de rock pesado.
O roteiro que, juntamente com o clássico de Oliver Stone, Assassinos por Natureza (1994), arrecadou fundos para que Tarantino viesse um dia a nos presentear com Cães de Aluguel (1992).
O primeiro roteiro de Tarantino, até então balconista de uma locadora no Tennessee, já mostra toda sua genialidade, que mais tarde viria a impressionar o cinema independente e contemporâneo de maneira inesquecível.
Embora seja um roteiro brilhante, com direito a todas as tramóias, violência e reviravoltas Tarantinescas, Tony Scott não deu qualidade nenhuma ao filme, considerado pelo próprio Tarantino como sendo uma espécie de vídeo clipe sem qualidade alguma. Muitos o consideram um cult, mas eu não aprecio o resultado final por diversos fatores.
A direção é alienada do roteiro, não captando o conteúdo de uma história simples mas com mensagens subliminares. A trilha sonora escolhida por não sei quem é simplesmente péssima. O elenco, repleto de estrelas, é absolutamente derrubado pelas atuações bizarras dos protagonistas Christian Slater e Patricia Arquette. A produção é lado B, sem grandes qualidades técnicas.
Contudo, apresenta, dentro do roteiro intrigante, diálogos e cenas memoráveis, tais como a conversa entre Christopher Walken e Dennis Hopper, dois ícones do cinema, em que discutem sobre a descendência negra dos Sicilianos; dentre outras.
Destarte, ainda que o filme não imprima a mesma qualidade que Tarantino possua como diretor, ele foi determinante para o surgimento de um dos maiores gênios do cinema de todos os tempos e, atualmente, a mente brilhante de Hollywood.
Um material de qualidade desperdiçado pela falta de talento da produção no geral!
Avaliação: 6
Ficha Técnica:
Amor à Queima-Roupa (True Romance, 1993)
Diretor: Tony Scott
Roteiro: Quentin Tarantino
Elenco: Christian Slater, Particia Arquette, Dennis Hopper, Gary Oldman, Val Kilmer, Christopher Walken, Samuel L. Jackson, James Gandolfini, Tom Sizemore, …
Duração: 104 minutos
Um curta metragem sensacional, especialmente pra quem curte os filmes do Tarantino. Se, por acaso, você não seja fã do genial roteirista, produtor, diretor e ator, ainda vale a pena perder 10 minutinhos com as interpretações incríveis de Selton Mello e Seu Jorge.
As teses do Tarantino detalhadas na visão de Selton Mello.
Estamos chegando na temporada do Oscar, ponto alto do cinema norte-americano. A expectativa dos grandes nomes à estatueta é grande. Confesso que é uma época em que, junto com a chegada do verão, fico bastante feliz diante do misticismo que a grande premiação do cinema mundial cria em todos os cinéfilos de plantão.
Para contemplar tal época, vou entregar-lhes dicas e toques sobre os grandes concorrentes do ano passado, retirando – por óbvio – os títulos que eu já discorri com uma crítica mais completa e que estão disponíveis no blog. Acredito que a última edição do Oscar tenha sido a mais concorrida e equilibrida dos últimos tempos, embora não tenha apresentado grandes obras-primas. Vão elas aí:
O Curioso Caso de Benjamin Button (The Curious Case of Benjamin Button, 2008)
O mais fraco dos concorrentes à estatueta de melhor filme da edição 2009. Ainda que seja uma super-produção, recheada de fantasias, com uma direção muito bem realizada por David Fincher e um elenco forte, o filme não vinga. Não alcançou, pelo menos pra mim, a qualidade que era tão aguardada. Por ora cansativo e muito longo, não foge do esterótipo de grandes efeitos visuais. Uma decepção quase completa, se não fosse as qualidades técnicas invejáveis e belíssimas.
Avaliação: 7,5
O Leitor (The Reader, 2008)
Ao contrário da indiscutível qualidade técnica de Benjamin Button, O Leitor perde justamente nesse quesito e também nos tropeços do roteiro. Mesmo assim foi, sem dúvidas, o filme que mais me impressionou dentre os indicados. A história é bastante eficiente e tratada de maneira singular pelo diretor Stephen Daldry; e a atuação de Kate Winslet é brilhante. No mais acaba sendo um filme que divide muitas opiniões. No geral eu fiquei bastante satisfeito com o resultado final. Uma boa pedida de drama misturado com romance e efeitos da guerra.
Avaliação: 8
Dúvida (Doubt, 2008)
O roteirista do cultuado Vivos, John Patrick Shanley, presenteia-nos com esta obra-prima que diverge dos métodos tradicionais de cinema. Quase uma espécie de cinema teatral, o filme nos sufoca de maneira pesada com cenas e diálogos longos, espetacularmente realizado por todo o elenco. Um filme literariamente impecável, que brinca com nossos sentimentos e possui um domínio completo sobre eles durante todo o filme. Indispensável para quem gosta de cinema original.
Avaliação: 8
Frost/Nixon (2008)
Ron Howard como nunca antes visto. Esse é um épico filme sobre a batalha jornalística entre Richard Nixon (o único presidente americano a abandonar o cargo) e David Frost (um apresentador babaca de programa de variedades) que fez com que o mundo todo escutasse as declarações mais bombásticas já retiradas da boca do mais polêmico presidente norte-americano. Frank Langella é fantástico. Talvez a história me apeteça mais, mas, na minha opinião, foi o grande concorrente de Slumdog Millionaire.
Avaliação: 8,5
Milk (2008)
Apontado pelos críticos como um dos favoritos ao Oscar de melhor filme, Milk é daqueles trabalhos feito para todos os tipos de espectadores. Impecável e apreciável por todos, peca justamente na forma comercial de apresentá-lo. Contudo, Gus Van Sant é digno de muitos méritos, uma vez que a história real de Harvey Milk é tratada de maneira minuciosa, com grande exclamação para os atores. Sean Penn, merecidamente, levou a estatueta, conquanto eu ainda insista em dizer que deveria ter ido para Mickey Rourke.
Primeiro e importante aviso: o trailer, disponibilizado ao final desta crítica, é a coisa mais enganadora que eu já vi. Aparentemente, induz que o filme se trata de uma comédia, o qual não é e nunca chegou perto disso. Não sabemos ao certo se foi jogada de publicidade do filme, uma vez que transparecendo uma comédia, protagonizada por Brad Pitt, chamaria mais espectadores não conhecedores do cinema para abarrotar os bolsos da Universal e dos patrocinadores; ou se Tarantino quis que assim fosse para nos surpreender sobre a magnitude da obra, indubitavelmente brilhante. A verdade é que subestimei o trabalho precocemente diante de tal marketing, o que resultou numa sessão de cinema sublime, ou melhor, numa das coisas mais lindas que eu já presenciei na sétima arte.
Ah se Sergio Leone estivesse vivo! Ele deixou um legado e um “filho”, que, infelizmente para sua obra como um dos maiores gênios do cinema, é melhor do que o próprio “pai”. O primeiro capítulo é indiretamente sua cria, saltando aos olhos dos cinéfilos. Simplesmente brilhante. Tarantino já declarou em outras oportunidades que The Good, The Bad and The Ugly (1966) é o melhor filme já feito em sua opinião.
O domínio que Tarantino tem sobre o filme é assombroso. Um roteiro surreal e rico em detalhes, reconstruindo a história da Segunda Guerra Mundial de maneira pop (ou pulp, para seus maiores fãs), porém não fora dos limites do aceitável. Uma direção milimetricamente desenhada, embasada num conhecimento de outros filmes considerados clássios e outros alternativos, bastante costumeiros da cinematografia do diretor. Resumindo: a sua obra-prima!
Quanto ao elenco, não tem a mesma força das outras obras de Tarantino, mas é eficiente na sua totalidade. Christoph Waltz, como o “Caçador de Judeus”, nos presenteia com uma das melhores performances que eu vi nos últimos anos. Mescla carisma e humor no papel do Detetive e Coronel alemão Hans Landa. O Oscar já é dele! Brad Pitt, que faz mais o papel de chamariz de marketing, por sua vez interpreta uma figura esquisita, um caipira americano de certo modo engraçado, que dá o toque cretino e Yankee aos Bastardos. O filme é todo criado em cima de estereótipos, a fim de economizar tempo para as cenas com diálogos longos.
Com relação à trilha sonora, esta é um caso à parte. Inicialmente o projeto previa que ela seria inteiramente desenvolvida por Ennio Morricone, que não pode se comprometer devido a outras responsabilidades. Mesmo assim, pode-se considerar que esta seja a melhor trilha que Tarantino já montou. A arte de encotrar músicas perfeitas que se encaixam sublimemente às cenas é tarefa árdua, indiscutivelmente. Pode-se se assemelhar ao trabalho de montar efeitos visuais ideais para uma música, neste caso me refiro aos clipes. Tarantino sempre foi um mestre em vasculhar sons perfeitos, tanto entre músicas conhecidas quanto desconhecidas, de culturas diferentes e de trilhas de filmes passados. É o que ocorre em Bastardos Inglórios, em que há referências a clássicos do cinema, mais precisamente aos chamados spaghetti westerns. A música inicial é trazida do clássico faroeste protagonizado e dirigido por John Wayne, O Álamo, seguida de inúmeras sonoridades feitas por Ennio Morricone (mais ou menos umas seis), canções alemãs, Charles Bernstein e de clássicos do pop, como Billy Preston e a viciante Cat People de David Bowie, esta última de pura arte no que se refere à adequação da cena do último capítulo protagonizada pela personagem Shossana. Em suma, mais um ponto primoroso neste trabalho artisticamente perfeito. Escolhido a dedo, é um disco a ser ouvido até nossos ouvidos não aguentarem, o que duvido que isso aconteça.
Não quero me estender, até porque escreveria umas 10 paginas (possivelmente, num momento posterior, eu possa vir a enriquecer tal crítica). O que quero deixar bem claro é que Tarantino é o maior gênio do cinema atual, que com suas características de nerd e de perfeccionista alcança patamares de gênero e imortalidade. Ainda que Pulp Fiction seja talvez o filme mais cultuado do cinema contemporâneo, e o meu preferido do cineasta, Bastardos Inglórios é o seu melhor trabalho e a sua obra-prima, até então.
Desculpem-me os que não são adeptos à violência e à inconsequência criativa e genial de Tarantino, mas não sabem o que estão perdendo. Eu sou mais feliz por apreciar a sua arte.
Sublime, simplesmente sublime!
Avaliação: 9.5
Ficha técnica:
Bastardos Inglórios (Inglourious Basterds, 2008)
Diretor: Quentin Tarantino Roteiro: Quentin Tarantino Elenco: Brad Pitt, Christoph Waltz, Eli Roth, Diane Kruger, Melanie Laurent, Daniel Brühl, Mike Myers, … Duração: 153 minutos Distribuição: The Weinstein Company/Universal Pictures Site Oficial: http://www.inglouriousbasterds-movie.com/
O seguinte set list vem sendo utilizado nos shows realizados no mês de setembro; ao que tudo indica que, se não for esta a sequência musical, será algo semelhante:
Setlist:
Número sequencial – Música (nome do disco) - vocalista na época
1 – Rock n Roll Train (Black Ice) – Brian Johnson
2 – Hell Ain’t a Bad Place To be (Let There Be Rock) – Bon Scott
3 – Back In Black – Brian Johnson
4 – Big Jack (Black Ice) – Bon Scott
5 – Dirty deeds done dirt cheap – Bon Scott
6 – Shot Down in Flames (Highway To Hell) – Bon Scott
7 – Thunderstruck (The Razors Edge) – Brian Johnson
8 – Black Ice – Brian Johnson
9 – The Jack (TNT) – Bon Scott
10 – Hells Bells (Back In Black) – Brian Johnson
11 – Shoot to thrill (Back In Black) – Brian Johnson
12 – War Machine (Black Ice) – Brian Johnson
13 – Dog Eat Dog (Let There Be Rock) – Bon Scott
14 – Anything Goes (Black Ice) – Brian Johnson
15 – You Shook Me all night long (Back In Black) – Brian Johnson
16 – TNT – Bon Scott
17 – Whole lotta Rosie (Let There Be Rock) – Bon Scott
18 – Let There Be Rock – Bon Scott
Encore:
19 – Highway To Hell – Bon Scott
20 – For Those About To Rock – Brian Johnson
Aos fãs que irão ao show, agora é só fazer a citada seleção e começar a se acostumar com tal sequência, escolhida milimetricamente com 10 músicas do Bon Scott e 10 do Brian Johnson, dividindo muito bem as duas épocas da banda.
Deixo aqui a minha crítca: embora seja uma turnê do álbum Black Ice, há muitas músicas do referido disco; e onde estão as clássicas Problem Child, It’s a Long Way to the Top, Rock’n Roll Ain’t Noise Pollution, Jailbreak, Who Made Who e a “recente” Stiff Upper Lip? Com todo respeito aos caras e a Bon Scott, mas Dog Eat Dog não né?! Porém, … (quem sou eu pra exigir algo, hehe)
Uma notícia surreal, quase utópica, … Mas é verdade, o Rio de Janeiro acolherá uma edição das Olimpíadas: a primeira a acontecer na América Latina!
Apesar das opiniões contrárias, a decisão do Comitê Olímpico Internacional coloca o Brasil num patamar de país de primeiro mundo, dentre outras diversas influências positivas.
Pra não fugir dos assuntos abordados no blog, postei tal notícia eis que o vídeo apresentado pela candidatura foi dirigido e produzido pelo ilustríssimo Fernando Meirelles. Disponibilizo ele abaixo.
Todos envolvidos nessa façanha, até mesmo cineastas!
Considerada por muitos como a maior banda de Rock da história, o grupo australiano AC/DC fará show em São Paulo no dia 27 de novembro, perante o estádio do Morumbi. Muito aguardada, principalmente pela nova geração de rockeiros, a banda se apresentará na turnê do disco Black Ice, provavelmente a última excursão mundial dos vovôs, que estão na estrada desde 1974.
O ingressos, já à venda, esgotar-se-ão rapidamente, se já não os foram.
Sonhado por muitos, esse, sem dúvidas, é um show pra ficar na memória de qualquer fã. Ao contrário da apresentação do Radiohead, esse eu presenciarei ao vivo, postando detalhadamente o evento.
Pra deixar com água na boca, fica aqui uma palhinha do show da turnê Stiff Upper Lipp realizado em Munique, com o hino Thunderstruck.
For Those About to Rock… Anti-Christ Devil`s Child!
Como alguns afirmam, a comédia é o gênero mais difícil de se acertar. Portanto, vão aí algumas dicas: três dos filmes (os três primeiros) são do chamado clã Apatow, grupo de cineastas liderado pelo diretor e roteirista de filmes de grande sucesso como O Virgem de 40 anos; um é, talvez, a melhor comédia desta década; e o quinto e último indicado é um clássico absoluto.
Ligeiramente Grávidos (Knocked Up, 2007)
O diretor Judd Apatow, aclamado pelo seu trabalho em O Virgem de 40 anos, repete a dose de qualidade artística, dificilmente dada às comédias. Um filme que mescla seriedade e palhaçadas na medida certa. Os atores, entre um elenco de grandes comediantes, são de uma pontualidade pouco vista. Sem dúvidas, uma das melhores comédias da década. Um ar de novidade toma conta dessa obra-prima das comédias contemporâneas.
Avaliação: 7,5
Ressaca de Amor (Forgetting Sarah Marshall, 2008)
Seguindo a trilha de originalidade deixada por Apatow, agora somente produtor deste trabalho, nasce outra comédia de qualidade. Ainda que não possua a mesma consistência no roteiro que o filme supracitado, oferece a excelente atuação de Jason Segel, uma das revelações da comédia, que também assina o roteiro aqui nesse filme. Mais pastelão, talvez mais engraçado: uma pedida excelente para o gênero.
Avaliação: 6,5
Segurando as pontas (Pinneapple Express, 2008)
O filme conta a história de dois maconheiros que se envolvem em muita confusão, mesclando ação e comédia, lembrando muito aos personagens hilários Cheech and Chong. O trabalho do clã Apatow divide muitas opiniões de crítica e público. A minha opinião? Piadas forçadas, pastelão demais, roteiro desmembrado; mas digno de cenas clássicas. Veja e dê sua própria opinião.
Avaliação: 5
Se beber, não case (The Hangover, 2009)
Essa ressaca, fenômeno de bilheteria pelo mundo inteiro, acerta em cheio em quase tudo: roteiro (não parece ser de comédia, tendo em vista a solidez do início ao fim, com pontos bem definidos), a direção (não me lembro de ter visto uma tão boa em comédias) e o elenco (digno de premiações). O último filme de Todd Phillips, Dias Incríveis, já demonstrara a qulidade do diretor, que se consolida agora. Talvez a melhor comédia do ano e da década. Perfeita em quase tudo.
Avaliação: 8
Dr. Fantástico (Dr. Strangelove, 1964)
Eu afirmo com veemência: a melhor comédia da história, se bem que não é uma comédia comum, mas com foco político e social. Além disso, um dos melhores filmes de toda a cinematografia mundial, sem dúvidas. Fruto de Stanley Kubrick, o maior gênio do cinema, essa comédia angariou 4 indicações ao Oscar de 1965, dentre elas melhor filme, direção, roteiro e ator (Peter Sellers). Absolutamente imperdível e inesquecível. Digno de aplausos eternos.
É isso ae! Julian Casablancas: o excêntrico compositor e vocalista da banda norte-americana The Strokes está lançando seu primeiro cd solo. Intitulado como Phrazes For The Young, a data está marcada para o dia 19 de Outubro no Reino Unido, e dia 20 do mesmo mês nos Estados Unidos.
Seguindo os mesmos passos de seu comparsa de banda (o brasileiro Fabrizio Moretti, que fundou o Little Joy em parceria com o hermano Rodrigo Amarante), Julian engrena uma carreira paralela ao Strokes, enquanto eles não lançam o seu tão aguardado quarto disco.
A primeira música de trabalho do álbum, já disponibilizada no my space do músico – http://www.myspace.com/juliancasablancas – chama-se 11th Dimension e já mostra que a alteração no estilo musical é evidente. Claramente baseada em músicas eletrônicas da década de 80, a faixa possui um ritmo dançante somada a uma voz mais suave do cantor. No início, o riff de teclado passa uma impressão de precariedade instrumental, mas no decorrer da música a incrementação sonora é genial. Um lado new wave até então desconhecido do músico.
Para os fãs, uma “palhinha” para que o pessoal fique ainda mais ansioso a apreciar devidamente o primeiro disco desse que é um dos melhores músicos desta década.